6 erros de português que podem custar caro para você!

Longe de parecer exagero, tanto no ambiente escolar e acadêmico quanto no profissional, certos erros de português podem custar caro para você. E muito caro, diga-se de passagem. Quer saber quais são eles, confira nosso post.

Lista dos 6 erros de português que pode custar caro para você

1 – Uso do mais no lugar do mas

Este é um erro bem grave quanto à norma culta da língua portuguesa, comprometendo bastante até mesmo a imagem profissional, usada em documentos ou e-mails corporativos, por exemplo.

Para evitá-lo, é importante lembrar que o “mas” significa contradição.

Ex.: Ela se apresentava muito bonita, mas estava triste.

Ou seja, embora a pessoa estivesse bonita, ela se apresentava triste.

O “mais” denota adição, soma ou maior quantidade, sendo utilizado para agregar ou destacar.

Ex. 1: Naquele dia, ela estava mais feliz do que nunca.

Ou seja, naquele dia a pessoa apresentava uma felicidade enorme (destacando o fato de ela estar feliz).

Ex. 2: Fui ao supermercado e recebi troco a mais. No entanto, o devolvi logo em seguida.

Ou seja, a expressão “mais” corresponde a dizer que a pessoa recebeu um troco com adição (ou além da conta).

2 – Uso do “veje” ou “seje”

Essas palavras simplesmente não existem no vocabulário da língua portuguesa, demonstrando uma conjugação verbal dos verbos ser e estar totalmente equivocada.

O correto é utilizar VEJA e SEJA, sempre finalizando com A.

Para nunca mais cometer este erro, uma dica que muitos professores de português oferecem é recordar-se da Revista VEJA, lembrando-se da utilização adequada no verbo no imperativo.

3 – Uso do “a gente” e “agente”

Este é outro dos erros de português que podem custar caro para você, portanto, muita atenção com as formas corretas de utilizar essas palavras.

“A gente” (separado) corresponde a uma forma mais popular de utilizar o pronome “nós”.

Ex.: A gente sabe das muitas dificuldades que vivemos.

Obs.: para utilizar a norma culta da língua portuguesa, recomenda-se substituir esta palavra por “nós”, mudando a conjugação do verbo.

Ficando desta forma: Nós sabemos das muitas dificuldades que vivemos.

No caso da palavra “agente” (junto), ela denota “aquele que age”, ou seja, a pessoa responsável por uma ação ou providência.

Ex.: O agente policial cumpriu muito bem seu dever.

Uma dica para se lembrar do uso correto do “agente” junto, trata-se de lembrar o agente do FBI ou do agente 007, por exemplo.

4 – Uso do “mim” antes de verbos

Este é um dos erros mais comuns da língua portuguesa e que comprometem bastante sobretudo a linguagem escrita.

O uso do “mim” jamais deve ser feito antes de verbos. Antes dos verbos o correto é usar “eu”.

Ex. incorreto: Ontem ela pediu para mim ler o livro.

Ex. correto: Ontem ela pediu para eu ler o livro.

Essa regra existe porque o “mim” não é considerado um sujeito, portanto, é incapaz de executar uma ação (o verbo).

5 – Uso de “subir para cima”, “entrar dentro” e afins

Esses são erros gravíssimos quanto ao bom uso da língua portuguesa, denotando pleonasmo (repetição de ideias).

Ex. incorreto: Fui ao endereço indicado e “entrei dentro” do apartamento.

Ex. correto: Fui ao endereço indicado e entrei no apartamento.

6 – Uso do “eu se”

A palavra “eu”, geralmente quando empregada no desejo de explicar uma emoção, pede automaticamente o uso do “me”, já que se refere a quem está falando e não a outra pessoa.

Ex. incorreto: Eu se senti mal ontem.

Ex. correto: Eu me senti mal ontem.

Já quando a referência é a outra pessoa, o uso do “se” está correto.

Ex.: Ela se sentiu mal ontem.

Depois dessas lições bem práticas, certamente você não cometerá esses erros de português que podem custar caro para você tanto na escola quanto no trabalho.

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